Cortando as pernas da mentira com um só golpe
Derrube a face do mal, que invade os seus ouvidos gotejando veneno
Com suaves palavras que grudam na alma, como uma doença
O tempo é cruel, dizem por ai, que ele cura tudo, que doce ilusão!
O sábio doa conselhos enigmáticos durante a sua caminhada
Somente com uma coleção de erros, você terá cacife para decifra-los
Na sua sombra a mentira te acompanha, como um falso amigo fiel
Pronto para te empurrar do primeiro despenhadeiro
A sua inocência desenha labirintos em sua mente,
Que te confunde entre o bem e o mau,
Nesse jogo de ilusão, você é mais uma peça,
Que se integra ao tabuleiro chamado de vida
Cortando as pernas da mentira com um só golpe
Derrube a face do mal, que invade os seus ouvidos gotejando veneno
Com suaves palavras que grudam na alma, como uma doença
O tempo é cruel, dizem por ai, que ele cura tudo, que doce mentira!
segunda-feira, 3 de junho de 2013
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
O Jardim
Beijar a sua boca, debaixo da chuva;
Correr com você na manhã ensolarada;
Pular com você e sentir a brisa tocar a nossa face;
Neste jardim do Éden, onde mora o amor é onde nós vivemos;
No seu sorriso a esperança, no brilho do seu olhar a paixão;
No seu sorriso a esperança, no brilho do seu olhar a paixão;
Neste tempo em que o que mais desejo é um beijo seu;
Tanto o que fazer, tudo quanto se esquece nesse jardim do amor;
Transportar num abraço a necessidade sublinhada na natureza de sua vida;
E os lugares se tornando apenas eco entre as minhas juras e o cantar dos pássaros;
Selando o fim da minha solidão, trazendo nas flores o cheiro da felicidade.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Anjos moram no céu
Sonhar é uma dádiva e realizá-lo é uma arte,
O dia termina a noite chega e me convida a dormir
É dormindo que você vem ao meu encontro e acordo sempre em seus braços
Posso sentir o calor do seu coração junto ao meu
Anjos moram no céu, é onde eu quero que você me leve
Anjos moram no céu, é onde eu quero que você me leve
Porque na terra eu só consigo chorar sobre esse calvário
E me machuca sobre esses espinhos que perfuram a minha carne
Fecho meus olhos e olho para minhas lembranças que me anestesiam
Abro meus olhos, vejo um caminho longo e doloroso sem você
Anjos moram no céu, é onde eu quero que você me leve
Anjos moram no céu, é onde eu quero que você me leve
Eu nunca deixei você sozinha,
Porque, no meu coração, você pertence a mim,
Você é a única, a única que realmente me conhece
Então voe alto, voe alto e me leve com você para o céu.
O dia termina a noite chega e me convida a dormir
É dormindo que você vem ao meu encontro e acordo sempre em seus braços
Posso sentir o calor do seu coração junto ao meu
Anjos moram no céu, é onde eu quero que você me leve
Anjos moram no céu, é onde eu quero que você me leve
Porque na terra eu só consigo chorar sobre esse calvário
E me machuca sobre esses espinhos que perfuram a minha carne
Fecho meus olhos e olho para minhas lembranças que me anestesiam
Abro meus olhos, vejo um caminho longo e doloroso sem você
Anjos moram no céu, é onde eu quero que você me leve
Anjos moram no céu, é onde eu quero que você me leve
Eu nunca deixei você sozinha,
Porque, no meu coração, você pertence a mim,
Você é a única, a única que realmente me conhece
Então voe alto, voe alto e me leve com você para o céu.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Agonia
A agonia afugenta todos os meus pensamentos, estou engolindo meus pesadelos,
Me engasgo com todo o ódio que a agonia disseminou dentro dele
Urticárias caminham sobre a minha pele como um carinho de uma aranha
Gritando em silêncio, ouço todas as palavras de desculpas que não foram ditas
Abro meus olhos, mas não vejo ninguém, porque as minhas lágrimas embaçam a minha retina
E tudo que existe de bom em mim é camuflado pela agonia que brinca com a minha alma
Sofrimento me chama na calada da noite, para uma partida de xadrez,
Posso ouvir a sua risada de cinismo e o sorriso cínico pintado na face do mau
Que empunha o punhal da mentira sobre a minha cabeça
Agonia vem brincar de fantoche
Agonia vem me mostrar como eu saio do meu infortúnio.
Lágrimas mostram a fraqueza que o individuo tem de mostrar a compaixão
Estranhos momentos de equilíbrio, parece uma obra de arte jogada no chão
Tudo que o arquiteto construiu ao longo de sua penitência,
Fortalece os pilares da sua consciência que resiste ao desgaste do tempo.
Agonia vem brincar de fantoche
Agonia vem me mostrar como eu saio do meu infortúnio.
Me engasgo com todo o ódio que a agonia disseminou dentro dele
Urticárias caminham sobre a minha pele como um carinho de uma aranha
Gritando em silêncio, ouço todas as palavras de desculpas que não foram ditas
Abro meus olhos, mas não vejo ninguém, porque as minhas lágrimas embaçam a minha retina
E tudo que existe de bom em mim é camuflado pela agonia que brinca com a minha alma
Sofrimento me chama na calada da noite, para uma partida de xadrez,
Posso ouvir a sua risada de cinismo e o sorriso cínico pintado na face do mau
Que empunha o punhal da mentira sobre a minha cabeça
Agonia vem brincar de fantoche
Agonia vem me mostrar como eu saio do meu infortúnio.
Lágrimas mostram a fraqueza que o individuo tem de mostrar a compaixão
Estranhos momentos de equilíbrio, parece uma obra de arte jogada no chão
Tudo que o arquiteto construiu ao longo de sua penitência,
Fortalece os pilares da sua consciência que resiste ao desgaste do tempo.
Agonia vem brincar de fantoche
Agonia vem me mostrar como eu saio do meu infortúnio.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Uma onda escura
Surfando sobre uma onda escura
Sem pensamento presente, somente o vazio
Felizmente queimei todos os mapas para chegar até você
Uma jornada sem volta pelas sombras
Tornaram-se frequentes
Eu mudei o seu nome, agora você terá paz
Você não me deve mais nada,
Já liberei a sua sombra da minha
Nossos pensamentos se desentrelaçaram
Com um sinal de adeus eu desapareço no sonho dos dormentes
Surfando sobre uma onda escura
Sem pensamento presente, somente o vazio
Espinhos chegam ao coração
Dos que me fizeram sofrer
Palavras que vão e não voltam
Possui um desprezo significativo
Surfando sobre uma onda escura
Sem pensamento presente, somente o vazio
Abraço-me a melancolia que fica ao cálice de vinho
Este é o meu próprio caminho.
Sem pensamento presente, somente o vazio
Felizmente queimei todos os mapas para chegar até você
Uma jornada sem volta pelas sombras
Tornaram-se frequentes
Eu mudei o seu nome, agora você terá paz
Você não me deve mais nada,
Já liberei a sua sombra da minha
Nossos pensamentos se desentrelaçaram
Com um sinal de adeus eu desapareço no sonho dos dormentes
Surfando sobre uma onda escura
Sem pensamento presente, somente o vazio
Espinhos chegam ao coração
Dos que me fizeram sofrer
Palavras que vão e não voltam
Possui um desprezo significativo
Surfando sobre uma onda escura
Sem pensamento presente, somente o vazio
Abraço-me a melancolia que fica ao cálice de vinho
Este é o meu próprio caminho.
terça-feira, 20 de março de 2012
Mas nem sempre nós podemos ver
O meu coração acreditou em suas promessas
Agora eu pago um preço tão alto por suas mentiras
O que mata em mim, mata em você
Agora eu pago um preço tão alto por suas mentiras
O que mata em mim, mata em você
O que se quebrou, não se cola mais
Um suspiro, uma lágrima, um aperto no peito
Um roteiro de sensações, que flui quando eu penso em você
Quando tudo esta perdido
Sempre olhamos para a luz no fim do túnel
Mas nem sempre nós podemos ver
Porque já estamos cegos
Um suspiro, uma lágrima, um aperto no peito
Um roteiro de sensações, que flui quando eu penso em você
Quando tudo esta perdido
Sempre olhamos para a luz no fim do túnel
Mas nem sempre nós podemos ver
Porque já estamos cegos
Tudo perde o sentido, perde o gosto da vida
As agonias se fixam em minha alma, como limo nas pedras
As diferenças humanas sufocam o que conheço de verdade
O sofrimento chamam os meus piores pesadelos para brincar
Eu não desejo morrer sozinho
Eu simplesmente escrevi a minha vida ao seu lado
Em todas as histórias que sonhei
Eu pintava o seu rosto, sorrindo para mim.
Um suspiro, uma lágrima, um aperto no peito
Um roteiro de sensações, quando eu sonho com você
Quando tudo está perdido
Sempre olhamos para a luz no fim do túnel
Mas nem sempre nós podemos ver
Por que já estamos cegos
As agonias se fixam em minha alma, como limo nas pedras
As diferenças humanas sufocam o que conheço de verdade
O sofrimento chamam os meus piores pesadelos para brincar
Eu não desejo morrer sozinho
Eu simplesmente escrevi a minha vida ao seu lado
Em todas as histórias que sonhei
Eu pintava o seu rosto, sorrindo para mim.
Um suspiro, uma lágrima, um aperto no peito
Um roteiro de sensações, quando eu sonho com você
Quando tudo está perdido
Sempre olhamos para a luz no fim do túnel
Mas nem sempre nós podemos ver
Por que já estamos cegos
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Caindo no sono dentro da escuridão
Caindo no sono dentro da escuridão
A cegueira abraça os meus olhos
Com uma doçura e riso cínico
Sem saber que em meu coração
Já não enxergava mais a minha própria alma
A cegueira abraça os meus olhos
Com uma doçura e riso cínico
Sem saber que em meu coração
Já não enxergava mais a minha própria alma
Decido tentar olhar para as minhas lembranças
Guardadas dentro da minha mente
Adormecidos com toda a minha ex - inocência
Descubro que nada daquilo representa o meu ser hoje em dia.
Meu coração bate levemente, o tempo esta se terminando para mim
Nada que você possa fazer agora, irá me livrar do meu destino
Gritos de pânico se alastram por minha cabeça, nessa hora queria estar surdo
O abismo que se abre entre eu e você, se torna um enigma para mim
Caindo no sono dentro da escuridão
A cegueira abraça os meus olhos
Com uma doçura e riso sínico
Sem saber que a solidão já esteve aqui
E me levaste até o fim do abismo.
Guardadas dentro da minha mente
Adormecidos com toda a minha ex - inocência
Descubro que nada daquilo representa o meu ser hoje em dia.
Meu coração bate levemente, o tempo esta se terminando para mim
Nada que você possa fazer agora, irá me livrar do meu destino
Gritos de pânico se alastram por minha cabeça, nessa hora queria estar surdo
O abismo que se abre entre eu e você, se torna um enigma para mim
Caindo no sono dentro da escuridão
A cegueira abraça os meus olhos
Com uma doçura e riso sínico
Sem saber que a solidão já esteve aqui
E me levaste até o fim do abismo.
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